Não compre gato por lebre. Exija Qualidade!

Em um mercado marcado pela crise, os clientes por vezes consideram apenas o preço como fator determinante no fechamento de uma compra.  Nestas horas comumente são enganados ou atendidos por empresas sem critério ou qualidade nas relações comerciais ou na produção de seus bens.

No mercado de madeira tratada não é diferente, e muitas vezes o cliente é ludibriado por propaganda, apresentações, jogos de palavras ou promessas que não são verdadeiras. São casos onde o cliente que por não ter muita informação, ou por ser enganado mesmo compra gato por lebre, ou seja, compra um produto pensando que está comprando outro.

O primeiro problema ocorre por uma definição técnica, “madeira tratada”, todo processo físico-químico que de alguma forma muda as propriedades da madeira, fornecendo uma certa melhoria pode ser determinado como tratamento. Sendo assim, algumas empresa vendem madeira seca, banhada ou até mesmo pintada como madeira tratada e tentam compará-las com madeira tratada em autoclave.

Outra situação é que na busca de um preço melhor, algumas empresas reduzem seu processo e o fazem com equipamentos inadequados, insumos em qualidade ou quantidade inadequada, ou processo feito de forma simplificada. O tratamento de madeira em autoclave é regido por  normas técnicas ABNT, além de referência técnica de outras tantas normas internacionais, e para sua eficiência e eficácia o processo deve ser feito seguindo tais especificações técnicas. Fatores como concentração, vácuo, pressão, tempo influenciam no resultado final, se não forem respeitados ocorre insuficiência de retenção ou penetração e compromete a durabilidade das peças.

A durabilidade, determinante na qualidade, só será percebida com o passar do tempo, quando a madeira entra em processo de apodrecimento muito antes da vida útil prevista, esse fator seja grave, não seria o pior dos problemas por um processo mal realizado. Acontece que quando não são respeitados os tempos de processo, a madeira pode estar inclusive oferecendo riscos à saúde humana. é incrível ouvir de um marceneiro montador que já trabalhou com madeira tratada e que a mesma costuma manchar as mãos durante o manuseio. “Deixa a mão da gente amarela!” O problema é que quando isso ocorre significa que os procedimentos de segurança no tratamento não foram tomados e a madeira ainda migra solução (Cobre, Cromo e Arsênio ), que acaba em contato direto com a pele do usuário. Para que isso não ocorra, a madeira deve permanecer na unidade industrial por um período de vários dias sofrendo o que chamamos de fixação, que é quando a madeira perde água e as células se fecham, o que garante que a solução fique inclusa na madeira em nível celular, não se desprendendo ao contato ou manuseio.

Por esses e outros motivos, quando for adquirir madeira tratada, pesquise, informe-se e invista na qualidade, segurança e confiabilidade que uma empresa com mais de 28 anos de experiência pode lhe dar, invista em Madeiras Autoclavadas da IMPREGNA. Exija o melhor.

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